
Luzes na cacauicultura.
Foto by Rose. Filosoficamente a vida é como uma lamparina, um frágil vidro protege uma frágil chama. Se o vidro quebrar, tanto a chama pode apagar como pode por fogo na casa, por isso a lamparina do conhecimento é tão perigosa. Enquanto a CEPLAC patina num rancorosismo desmensurado, vemos a cacauicultura a passos largos se desenvolver; tudo que aconteceria talvez há trinta anos, foi atrasado, mas aconteceu! Os heróis foram os resilientes cacauicultores, que sem crédito ou apoio governamental iluminaram suas roças. É hora de reconhecer, dar nomes e homenagear estas figuras como Carlos Baiardi, o inventor da clonagem em cacaueiros; Ou, posso citar, não sei todos, Anísio Loureiro dono do clone Ipiranga; Agrícola Cantagalo dona do clone 1319; e todos os outros que com um estudo histórico é possível identificar, são os que doaram, iluminaram o conhecimento e salvaram a civilização do cacau. Ainda falta muito, mas verei como vi em meu sonho robozinhos colhendo cacau; e está perto pois, já existe! Quanto a CEPLAC, precisa ser preservada e modernizada. Onde há luz, há vida! //Coronel Xela,//
