“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Eu e a Consciência
Foto arquivo pessoal. Conheci Cledson há cinquenta anos em Salvador-BA, bons tempos! Daí a vida passou, o vento espalhou todos pelo mundo; e, o gosto pela escrita, finalmente e novamente nos aproximou. Reencontrei Cledson Sady, agora escritor e membro da acadêmia Jacobinense de Letras. E é com imenso prazer que publico um conto dele, para que meus outros tantos amigos leitores, desfrutem de sua verve. //Alex.//
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Moça com o Brinco de Pérola.
Arte by Rose. Usar um brinco de pérola com graça é difícil; mais ainda é pintar um quadro como o "Moça com o Brinco de Pérola"; aí é coisa divina. Quem ousa usar as enormes esmelradas com a graça que Elizabeth Taylor usava? E pirraçava ao dizer que eram para combinarem com seus grandes olhos; a diva de Holywwod era chic e bela. É fácil identificar o belo, ele é sentido e dispensa comentário ou questionamento, mas, cobra um preço: é preciso conhecê-lo. Tudo que não é belo é brega, e para o belo basta a dinvindade do bom gosto. O compositor Villa-Lobos ouvindo um monstrengo, o trem de ferro, teve a iluminação divina e compôs a bachiana brasileira n 2, apelidada de "O tremzinho Caipira". Outro gênio, Manoel Bandeira, usando também um monstrengo como inspiração fez o poema Café com Pão; que muito eu recitei nas aulas de português para treinar a voz de entonação, a professora cobrava demais! E repetindo eu via, com voz alta, passar boi e boiada, poste e pasto, daí, abstraí a arte! //Alex.//
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Contemporâneo Carnaval.
Foto by Rose. Não são poucas as pessoas que veem o carnaval como uma festa cristã católica; não é. É uma festa pagã que foi incorporada pelo catolicismo. Neste contexto os excessos foram tirados, costumes polidos e enfim a civilização ficou estabelecida. O carnaval era uma fase de preparação para as penitências da quaresma. Há mil e tantos anos a carne não era tão farta e comum como é atualmente, antonce, poder comer carne sem restrições e com relativa fartura era um carnaval. Um permissivo carnaval! Donde, com efeito, se origina a permissividade tão tolerada; que aos pouquinhos foi aumentando, aumentando, e aumentará até o fim dos tempos. Ou até quando as pessoas, pela razão, decidam que o limite é este ou tal.
Quanto a quaresma, pela razão (para quem não tem razão não existe a quaresma), somos livres para decidir qual e quanta será a penitência. //Alex.//
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Vê… Repara…Espia…
Foto by Rose. Nada é novidade na vida, o que há é muita repetição só mudando o contexto e as pessoas. Pouco antes da popularização da máquina de costura, era preciso o serviço de quatro costureiras para dar conta de vestir adequadamente um família. Como com a máquina basta uma, as outras tres sumiram e mesmo na história deixaram poucos registros; sempre foi assim. Outro caso curioso achei no livro de Gustavo Flaubert, era o arreador de cavalo nas carruagens; o senhor, nas cidades, não tinha nenhuma preocupação, ele sempre achava a carruagem pronta; com o surgimento do automóvel a profissão evaporou. Conteporâneamente vivemos um tempo parecido, só que desta vez, por incrível que pareça, o movimento não aconteceu na cidade, primeiro materializou-se nas roças e das roças chegam nas cidades. O tanto que os moradores das cidades estão preparados para conviver com este novo mundo, é questão para se admirar. //Alex.//
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Meu Reino Por Uma Boa Conversa.
Foto by Rose. Há cinquenta anos que eu leio, numa revista, uma página intitulada "Ambientes, Costumes, Civilizações". Demasiadamente filosófica demorei para compreender, e depois gostar dos artigos ali publicados. Revendo minha coleção, guardada com esmero, de revistas, achei uma que fala sobre, justamente, a Arte da Conversação escrita por Plínio Corrêa de Oliveira. O que acho interessante nos escritos desta revista é a sua atualidade! Coisas escritas há mais de cinquenta anos são atuais. A conversa boa tende a unir as pessoas; tende a dar saudade de continuar, de rever a pessoa para novamente e despretenciosamente passar o tempo; quão é bom um almoço que preenche uma tarde inteira. A boa conversa agrega pensamentos; promove novas sinapses; chega-se a conclusões expontânes, não impostas, mas, tem um preço: disciplina, cordialidade, limites, respeito, e muita cultura. // Alex.//
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