“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
BOTECO, The End.
Foto by Rose. Assunta como a coisa vai, o mundo tá de acabar! Há poucos dias vi uma reportagem que dizia, veja só, que os botecos iam acabar; será possível!? Quando os portugueses aqui chegaram, os índios viviam na idade da pedra polida; faziam bebidas alcoolicas de frutas fermentadas (abacaxi ou jenipapo), e das poucas coisas organizadas socialmente que existiam estavam, as festas regadas a bebedeiras e, acreditem, o boteco! Os chefes bebiam sem serem incomodados até tomarem a decisão que todos esperavam; iluminados pelo Deus abacaxi, ou jenipapo (entre os gregos era o Deus baco). Sobrevivemos a tudo isso, evoluimos, purificamos as bebidas, civilizamos o consumo, associamos a outros divertimentos, criamos a filosofia de botequim e agora aparece um espírito atrasado pregando que todo esse trabalhão evolutivo vai acabar! Não se assustem caros leitores, a doença que matará muitos é outra e muito mais grave do que parece, é solidão! É educação! //Alex.//
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Um Corneteiro Versus Um General.
Foto by Rose. Tendo assistido, em minha posse como membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia IGHB, uma acalorada discussão sobre onde se deu a independência do Brasil, resolvi olhar para esta data sob a perspectiva da política; das coisas que aconteceram pouco antes da batalha de Pirajá e do peso que cada passo político pesou nas costas de Madeira de Melo. Quem sabe não foi um anjo que tocou a corneta em vez de Luiz Lopes! //Alex Terra//.
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Só Perder! A Quem Interessa?
Foto by Rose. Na fotografia é possível vêr os traços arquitetônicos caracteristicos nas construções da CEPLAC; o telhado de telhas de fibrocimento e a abundância de cobogós. Foi o que restou do centro de pesquisa em fruticultura (côco) em Canavieiras, o prédio hoje é uma escola municipal. Tudo lá foi destruído e perdido, o que resta é a história para ser contada e uma pergunta: a quem interessa continuar a destruição da CEPLAC? Que estranha perversão é essa que nada sacia estes espíritos? Neste momento, sem nenhuma reação da instituição, estão destruindo, devastando a estação de pesquisa em Arataca. //Alex.//
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Luzes na cacauicultura.
Foto by Rose. Filosoficamente a vida é como uma lamparina, um frágil vidro protege uma frágil chama. Se o vidro quebrar, tanto a chama pode apagar como pode por fogo na casa, por isso a lamparina do conhecimento é tão perigosa. Enquanto a CEPLAC patina num rancorosismo desmensurado, vemos a cacauicultura a passos largos se desenvolver; tudo que aconteceria talvez há trinta anos, foi atrasado, mas aconteceu! Os heróis foram os resilientes cacauicultores, que sem crédito ou apoio governamental iluminaram suas roças. É hora de reconhecer, dar nomes e homenagear estas figuras como Carlos Baiardi, o inventor da clonagem em cacaueiros; Ou, posso citar, não sei todos, Anísio Loureiro dono do clone Ipiranga; Agrícola Cantagalo dona do clone 1319; e todos os outros que com um estudo histórico é possível identificar, são os que doaram, iluminaram o conhecimento e salvaram a civilização do cacau. Ainda falta muito, mas verei como vi em meu sonho robozinhos colhendo cacau; e está perto pois, já existe! Quanto a CEPLAC, precisa ser preservada e modernizada. Onde há luz, há vida! //Coronel Xela,//
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Pensando Anton Tchekhov.
Foto by Rose. Escrever é a primeira das artes, é criar! E a repetição ou o treinamento não levam ao bem escrever. Participo de cursos, debates, foruns de escritores, gosto; mas também para me atualizar sobre, principalmente, o que posso escrever ou não, afinal estamos vivendo um tempo de censura. Daí quase caio da cadeira quando entrei num debate sobre o problema de desenvolver um conto a partir de um mine conto rascunhado por Anton Tchekhov. Gritei comigo "mas isso é o livro de Pirandello!" e resolvi não entrar no debate. Alguns tratavam como o paradoxo de Tchekov e consultando a internet achei teses, conspirações, achismos, assombrações... só não vêem o óbvio. //Alex.//
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