“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Pensando Anton Tchekhov.
Foto by Rose. Escrever é a primeira das artes, é criar! E a repetição ou o treinamento não levam ao bem escrever. Participo de cursos, debates, foruns de escritores, gosto; mas também para me atualizar sobre, principalmente, o que posso escrever ou não, afinal estamos vivendo um tempo de censura. Daí quase caio da cadeira quando entrei num debate sobre o problema de desenvolver um conto a partir de um mine conto rascunhado por Anton Tchekhov. Gritei comigo "mas isso é o livro de Pirandello!" e resolvi não entrar no debate. Alguns tratavam como o paradoxo de Tchekov e consultando a internet achei teses, conspirações, achismos, assombrações... só não vêem o óbvio. //Alex.//
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Entre o Cacau e o Casamento.
Foto Arquivo pessoal do autor. Aprecio a forma como os outsiders falam sobre a civilização do cacau, acho interessante, pois, de alguma forma é a forma como eles viram e internalizaram. Neste conto, Cledson Sady conta não suas impressões, mas como os contos chegaram aos seus ouvidos, com fantasias e tudo o mais; é um conto de um conto. Se aconteceu ninguém nunca saberá. Olha só, tem um outsider que eu tenho vontade de entrevistar, é o dono do posto Acácia próximo ao trevo do ferry-boat na BR 101. Aquele cidadão conviveu intensamente com os cacauicultores sendo um outsider. Deve ter muitas histórias para contar! //Alex.//
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O Cacau no Imaginário.
Foto by arquivo pessoal do autor. Neste texto o meu amigo (e escritor) Cledson Sady faz suas observações sobre a civilização do cacau. É o imaginário de um outside falando; e eu muito apreciei por ser um escrito leve e verdadeiro, sem contaminação com chavões. É um raro texto; precioso. //Alex./
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Porteiro. Brasilidade Brasileira.
Foto by Rose. Coisinhas que só existem no Brasil é um assunto que sempre me interessou; sou curioso. Verdades, lendas, coisas misteriosas, sincretismo, tudo que dizem que só acontece aqui, estou atento. Sem apego e usando somente a investigação filosófica vou garimpando estes diamantes; desta vez impliquei com o porteiro, afinal, de onde vem essa vontade de conviver com um porteiro? E de muitos ainda hoje exigirem um porteiro na portaria, apesar de toda a tecnologia disponível? Ora, considerando que porteiro não é segurança, coisa que nunca foi, pra que diabos serve senão para dar conta da vida dos condôminos.//Alex.//
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QUAL A PAZ?
Foto by arquivo pessoal do autor. Mais uma vez o amigo, e escritor, Cledson Sady nos presenteia com esta reflexão. Tenhamos uma boa leitura. //Alex.//
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