“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Um Corneteiro Versus Um General.
Foto by Rose. Tendo assistido, em minha posse como membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia IGHB, uma acalorada discussão sobre onde se deu a independência do Brasil, resolvi olhar para esta data sob a perspectiva da política; das coisas que aconteceram pouco antes da batalha de Pirajá e do peso que cada passo político pesou nas costas de Madeira de Melo. Quem sabe não foi um anjo que tocou a corneta em vez de Luiz Lopes! //Alex Terra//.
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Só Perder! A Quem Interessa?
Foto by Rose. Na fotografia é possível vêr os traços arquitetônicos caracteristicos nas construções da CEPLAC; o telhado de telhas de fibrocimento e a abundância de cobogós. Foi o que restou do centro de pesquisa em fruticultura (côco) em Canavieiras, o prédio hoje é uma escola municipal. Tudo lá foi destruído e perdido, o que resta é a história para ser contada e uma pergunta: a quem interessa continuar a destruição da CEPLAC? Que estranha perversão é essa que nada sacia estes espíritos? Neste momento, sem nenhuma reação da instituição, estão destruindo, devastando a estação de pesquisa em Arataca. //Alex.//
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Luzes na cacauicultura.
Foto by Rose. Filosoficamente a vida é como uma lamparina, um frágil vidro protege uma frágil chama. Se o vidro quebrar, tanto a chama pode apagar como pode por fogo na casa, por isso a lamparina do conhecimento é tão perigosa. Enquanto a CEPLAC patina num rancorosismo desmensurado, vemos a cacauicultura a passos largos se desenvolver; tudo que aconteceria talvez há trinta anos, foi atrasado, mas aconteceu! Os heróis foram os resilientes cacauicultores, que sem crédito ou apoio governamental iluminaram suas roças. É hora de reconhecer, dar nomes e homenagear estas figuras como Carlos Baiardi, o inventor da clonagem em cacaueiros; Ou, posso citar, não sei todos, Anísio Loureiro dono do clone Ipiranga; Agrícola Cantagalo dona do clone 1319; e todos os outros que com um estudo histórico é possível identificar, são os que doaram, iluminaram o conhecimento e salvaram a civilização do cacau. Ainda falta muito, mas verei como vi em meu sonho robozinhos colhendo cacau; e está perto pois, já existe! Quanto a CEPLAC, precisa ser preservada e modernizada. Onde há luz, há vida! //Coronel Xela,//
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Pensando Anton Tchekhov.
Foto by Rose. Escrever é a primeira das artes, é criar! E a repetição ou o treinamento não levam ao bem escrever. Participo de cursos, debates, foruns de escritores, gosto; mas também para me atualizar sobre, principalmente, o que posso escrever ou não, afinal estamos vivendo um tempo de censura. Daí quase caio da cadeira quando entrei num debate sobre o problema de desenvolver um conto a partir de um mine conto rascunhado por Anton Tchekhov. Gritei comigo "mas isso é o livro de Pirandello!" e resolvi não entrar no debate. Alguns tratavam como o paradoxo de Tchekov e consultando a internet achei teses, conspirações, achismos, assombrações... só não vêem o óbvio. //Alex.//
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Entre o Cacau e o Casamento.
Foto Arquivo pessoal do autor. Aprecio a forma como os outsiders falam sobre a civilização do cacau, acho interessante, pois, de alguma forma é a forma como eles viram e internalizaram. Neste conto, Cledson Sady conta não suas impressões, mas como os contos chegaram aos seus ouvidos, com fantasias e tudo o mais; é um conto de um conto. Se aconteceu ninguém nunca saberá. Olha só, tem um outsider que eu tenho vontade de entrevistar, é o dono do posto Acácia próximo ao trevo do ferry-boat na BR 101. Aquele cidadão conviveu intensamente com os cacauicultores sendo um outsider. Deve ter muitas histórias para contar! //Alex.//
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