“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Brasilidade Brasileira. O ENTERRO.
Foto by Rose. Marc Bloch foi um conceituado historiador medievalista e em seu último e incompleto livro, publicado sem revisão do autor postumamente, deixou escrito um convite aos futuros historiadores, que nos acostumassemos "a pensar... menos barato". Eu acrescento que além de pensar... menos barato, também precisamos conhecer, agir, fazer e publicar! Senão o fato acontecido será a morte de um sabido, só! Falando em morte amanhã é dia de finados, e, coisas que só existem no Brasil, também com o enterro, conta toda a sua riqueza cultural de como do quase nada surgiu uma civilização chamada brasileira. Vamos conhecer um pouquinho da brasilidade olhando o enterro dos finados. //Alex,//
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Os sabores da Civilização.
Foto by Rose. Nenhuma civilização se desenvolve sem que se crie uma culinária própria; sem que transforme os alimentos em comida delicada ao paladar. Diferente do que aprendi e imaginei, achei nos sertões uma sociedade culturalmente rica (foto do teatro em Rio de Contas), unida pela religiosidade e com caracteristicas marcantes na diferente culinária. São minhas impressões, potanto muitos outros detalhes vocês sentirão falta; principalmente os conhecedores. Quanto ao sabor de fundo, a delicada defumagem, a imcomparável delícia do bolo de arroz, demorei décadas para descobrir, deve-se a lenha de sebastião de arruda usada no fogão; quem prova jamais esquece! //Alex.//
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Quotidianamente Usando a I.A.
Foto by Rose. Sempre que surge algo novo a tendência é das pessoas compararem com o que já existe; ou fazerem catastrofismos. Foi assim com o trem de ferro, enquanto muitos discutiam sua viabilidade, um qualquer, olhando o trem vir, passar e sumir rápido disse: "o passado já não existe e o futuro sumiu rápido demais. Alguém precisa ir atrás". Com a I.A. estamos vivenciando um novíssimo mundo, cheíssimo de oportunidades e um problemão: é preciso saber perguntar para a I.A.. Imagine um jornalista que fala "perdeu a vida" ao invés de "morreu". É o mesmo que bota na manchete "Entenda tal caso", ora, isso não é dar a notícia é impor o ponto de vista como se o leitor fosse incauto. Para estes a I.A. é um bicho papão. //Alex.//
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BOTECO, The End.
Foto by Rose. Assunta como a coisa vai, o mundo tá de acabar! Há poucos dias vi uma reportagem que dizia, veja só, que os botecos iam acabar; será possível!? Quando os portugueses aqui chegaram, os índios viviam na idade da pedra polida; faziam bebidas alcoolicas de frutas fermentadas (abacaxi ou jenipapo), e das poucas coisas organizadas socialmente que existiam estavam, as festas regadas a bebedeiras e, acreditem, o boteco! Os chefes bebiam sem serem incomodados até tomarem a decisão que todos esperavam; iluminados pelo Deus abacaxi, ou jenipapo (entre os gregos era o Deus dionísio). Sobrevivemos a tudo isso, evoluimos, purificamos as bebidas, civilizamos o consumo, associamos a outros divertimentos, criamos a filosofia de botequim e agora aparece um espírito atrasado pregando que todo esse trabalhão evolutivo vai acabar! Não se assustem caros leitores, a doença que matará muitos é outra e muito mais grave do que parece, é solidão! É educação! //Alex.//
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Um Corneteiro Versus Um General.
Foto by Rose. Tendo assistido, em minha posse como membro do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia IGHB, uma acalorada discussão sobre onde se deu a independência do Brasil, resolvi olhar para esta data sob a perspectiva da política; das coisas que aconteceram pouco antes da batalha de Pirajá e do peso que cada passo político pesou nas costas de Madeira de Melo. Quem sabe não foi um anjo que tocou a corneta em vez de Luiz Lopes! //Alex Terra//.
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