“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Meu Reino Por Uma Boa Conversa.
Foto by Rose. Há cinquenta anos que eu leio, numa revista, uma página intitulada "Ambientes, Costumes, Civilizações". Demasiadamente filosófica demorei para compreender, e depois gostar dos artigos ali publicados. Revendo minha coleção, guardada com esmero, de revistas, achei uma que fala sobre, justamente, a Arte da Conversação escrita por Plínio Corrêa de Oliveira. O que acho interessante nos escritos desta revista é a sua atualidade! Coisas escritas há mais de cinquenta anos são atuais. A conversa boa tende a unir as pessoas; tende a dar saudade de continuar, de rever a pessoa para novamente e despretenciosamente passar o tempo; quão é bom um almoço que preenche uma tarde inteira. A boa conversa agrega pensamentos; promove novas sinapses; chega-se a conclusões expontânes, não impostas, mas, tem um preço: disciplina, cordialidade, limites, respeito, e muita cultura. // Alex.//
Por:
Admirável vida virtual!
Foto by Rose. É um tempo estranho que vivemos há fartura de tudo; e de conhecimento nem se fala, hoje todo saber da humanidade está a um clik. Fala-se em vício em tela e no perigo de viver a vida dos outros via virtual; fala-se em muitos outros problemas, fala-se e fala-se! Entretanto ninguém fala em solução ou benefícios; e é quase impossível a uma pessoa normal conceber as dimensões da "Pietá" de Michelângelo, vendo somente vídeos e fotos; da mesma forma é dificílimo imaginar o aperto no veleiro em que Aleixo Belov deu uma volta ao mundo em 1980, com efeito os sentidos humanos são imprescindíveis. Principalmente vejo como benefícios o conhecer virtual como forma de aguçar a vontade de complementar o conhecimento; conhecendo a "Pietá" tenho vontade de vê-la para senti-la. Outro benefício importante é a interação, e acredite, tenho mais amigos virtuais que pessoais! Nenhuma novidade nisso, antes, por exemplo, existia os correspondentes de um clube de filatelia, eram amigos; hoje o modelo é via virtual. Mais ainda e com essa encerrando para não ficar o texto longo, tem a felicidade de fazer o bem e o bom, basta, como todo o sempre, ter o espírito nobre. Ninguém precisa botar comida para cachorro de rua e postar no instagram, isso não é bondade é terapia. Bondade é fazer o bem sem saber a quem, para isso a internet é insuperável. /Alex.//
Por:
DO PATEK PHILIPPE AO COROTE.
Foto by Rose. A região cacaueira da Bahia foi e continua sendo a maior experiência em ciências econômicas e sociais já vivida no mundo, não tem igual. Tudo que se quiser saber sobre estas políticas não precisa estudar muito, basta observar o ocorrido lá. Desde o surgimento da casta do funcionalismo público; do ativismo no judiciário; da sanha arrecadatória do fisco; do ambientalismo doentio que levou a persequição implacável do IBAMA, etc... As coisas não aconteceram aleatóriamente, teve método; os pesos foram sendo botados e enquanto a classe produtora encolhia, o estado agigantava-se. Uma sociedade assim produz cada vez mais leis ruins; e torna-se dependente de uma indução externa para acordar de tal indolência. Sem tecnologia, sem instrução, sem educação, sem gerar riquezas; vivendo do extrativismo ou de esmolas, qualquer sociedade tende a gerar forças que agem no sentido de expelir as riquezas a qualquer preço. Aliás o preço é: que seja liquido e imediato; só! // Alex.//
Por:
Preste atenção no cacaueiro!
Foto by Rose. Os tesouros deixados pela riqueza da cacuicultura estão em toda parte, está na rua! É impossível andar em qualquer cidade onde a civilização do cacau existiu, e não deparar com obras que automaticamente leva ao pensamento: aqui morou um Coronel; ou isso só pode ser obra de um Coronel. Este prédio na avenida cinquentenário, em Itabuna, é moderno até hoje; imagine o assombro que foi na época de sua inauguração. Agora pare para pensar no tesouro que pode estar guardado em sua fazenda. Já pensou! A honrada CEPLAC de antigamente distribuiu muitos cacaueiros espécies e híbridos; muitos mesmo. Assim como as plantas resistentes a vassoura-de-bruxa foram achadas pelos cacauicultores, o que, então, pode estar guardado em alguma fazenda? E pode ser em sua fazenda! São tesouros inesgotáveis. /Coronel Xela./
Por:
Boteco, além de muito, é vida.
Foto by Rose. Estamos vivendo um tempo tão estranho, mas tão estranho que até a boêmia está padecendo. Restou as catacumbas, como os antigos cristãos, para os verdadeiros boêmios exercerem seu peculiar estilo de vida; e que vida! A falta de esmero na cozinha, no servir, no tratar e também arte nas paredes. Hoje os bares viraram ambientes medonhos; quando muito usam luminárias horríveis, umas plantinhas, um carrinho de mão num canto e dão por ambiente decorado; tudo feio! Servem macarronada com molho de caixinha aquecida no micro-ondas. Barmans que não fazem um drink simples, como o Cuba libre, que preste; ou a Coca-Cola está sem gás ou tem limão de menos. Tudo isso agride o espírito boêmio; boêmia que criou clássicos do samba como o impagável Naquela Mesa. //Xela./
Por:
Leia as seções
- Cacau & Cia. (24)
- Convidados (2)
- Domingueira (52)
- EDITORIAL (1)
- Entrevistas (6)