“O Trabalho do corpo produz fartura, o fruto do trabalho da alma é a arte; é quando não me basta só plantar preciso de um jardim. Como definir o belo usando palavras? Eis o alimento da alma. Eis o desafio ao escritor.”
Alex Terra
Escritor
Alex Terra
Sou brasileiro, católico, fazendeiro e gosto de contar casos. A fantasia, o sonho, a realidade, a abstração, tudo! mistura-se na criação do texto. Não sou eu; tão só é como eu enxerguei este ou aquele momento, portanto, não tente me procurar neste blog, você pode se perder.
Admirável vida virtual!
Foto by Rose. É um tempo estranho que vivemos há fartura de tudo; e de conhecimento nem se fala, hoje todo saber da humanidade está a um clik. Fala-se em vício em tela e no perigo de viver a vida dos outros via virtual; fala-se em muitos outros problemas, fala-se e fala-se! Entretanto ninguém fala em solução ou benefícios; e é quase impossível a uma pessoa normal conceber as dimensões da "Pietá" de Michelângelo, vendo somente vídeos e fotos; da mesma forma é dificílimo imaginar o aperto no veleiro em que Aleixo Belov deu uma volta ao mundo em 1980, com efeito os sentidos humanos são imprescindíveis. Principalmente vejo como benefícios o conhecer virtual como forma de aguçar a vontade de complementar o conhecimento; conhecendo a "Pietá" tenho vontade de vê-la para senti-la. Outro benefício importante é a interação, e acredite, tenho mais amigos virtuais que pessoais! Nenhuma novidade nisso, antes, por exemplo, existia os correspondentes de um clube de filatelia, eram amigos; hoje o modelo é via virtual. Mais ainda e com essa encerrando para não ficar o texto longo, tem a felicidade de fazer o bem e o bom, basta, como todo o sempre, ter o espírito nobre. Ninguém precisa botar comida para cachorro de rua e postar no instagram, isso não é bondade é terapia. Bondade é fazer o bem sem saber a quem, para isso a internet é insuperável. /Alex.//
Por:
DO PATEK PHILIPPE AO COROTE.
Foto by Rose. A região cacaueira da Bahia foi e continua sendo a maior experiência em ciências econômicas e sociais já vivida no mundo, não tem igual. Tudo que se quiser saber sobre estas políticas não precisa estudar muito, basta observar o ocorrido lá. Desde o surgimento da casta do funcionalismo público; do ativismo no judiciário; da sanha arrecadatória do fisco; do ambientalismo doentio que levou a persequição implacável do IBAMA, etc... As coisas não aconteceram aleatóriamente, teve método; os pesos foram sendo botados e enquanto a classe produtora encolhia, o estado agigantava-se. Uma sociedade assim produz cada vez mais leis ruins; e torna-se dependente de uma indução externa para acordar de tal indolência. Sem tecnologia, sem instrução, sem educação, sem gerar riquezas; vivendo do extrativismo ou de esmolas, qualquer sociedade tende a gerar forças que agem no sentido de expelir as riquezas a qualquer preço. Aliás o preço é: que seja liquido e imediato; só! // Alex.//
Por:
Preste atenção no cacaueiro!
Foto by Rose. Os tesouros deixados pela riqueza da cacuicultura estão em toda parte, está na rua! É impossível andar em qualquer cidade onde a civilização do cacau existiu, e não deparar com obras que automaticamente leva ao pensamento: aqui morou um Coronel; ou isso só pode ser obra de um Coronel. Este prédio na avenida cinquentenário, em Itabuna, é moderno até hoje; imagine o assombro que foi na época de sua inauguração. Agora pare para pensar no tesouro que pode estar guardado em sua fazenda. Já pensou! A honrada CEPLAC de antigamente distribuiu muitos cacaueiros espécies e híbridos; muitos mesmo. Assim como as plantas resistentes a vassoura-de-bruxa foram achadas pelos cacauicultores, o que, então, pode estar guardado em alguma fazenda? E pode ser em sua fazenda! São tesouros inesgotáveis. /Coronel Xela./
Por:
Boteco, além de muito, é vida.
Foto by Rose. Estamos vivendo um tempo tão estranho, mas tão estranho que até a boêmia está padecendo. Restou as catacumbas, como os antigos cristãos, para os verdadeiros boêmios exercerem seu peculiar estilo de vida; e que vida! A falta de esmero na cozinha, no servir, no tratar e também arte nas paredes. Hoje os bares viraram ambientes medonhos; quando muito usam luminárias horríveis, umas plantinhas, um carrinho de mão num canto e dão por ambiente decorado; tudo feio! Servem macarronada com molho de caixinha aquecida no micro-ondas. Barmans que não fazem um drink simples, como o Cuba libre, que preste; ou a Coca-Cola está sem gás ou tem limão de menos. Tudo isso agride o espírito boêmio; boêmia que criou clássicos do samba como o impagável Naquela Mesa. //Xela./
Por:
Cacau com deságio; uma vergonha!
Foto by Rose. Os cacauicultores estão incomodados, apreensivos com esta nova situação, há um forte deságio no preço do cacau; situação difícil! A quem recorrer? As lideranças estão desarticuladas e sem capacidade financeira para arcar com os elevados custos, da representação política. A FAEB joga contra o cacauicultor, é fato. A indústria está jogando sozinha, com isso perdeu a vergonha, afiou as garras, partiu para o maravilhoso e rico mundo da imoralidade; neste mundo tudo pode. Pode mentir, trapacear, prometer uma coisa e fazer outra, até mesmo acusar o cacauicultor de algo que ele não faz, mas que a indústria faz, pois com o deságio, termina por incentivar a precariedade no trabalho. Até quando tudo isso vai perdurar? Ou será que não tem quando? /Coronel Xela./
Por:
Leia as seções
- Cacau & Cia. (24)
- Convidados (5)
- Domingueira (58)
- EDITORIAL (1)
- Entrevistas (6)